O que queremos, nós não somos.
O que falta, nós esquecemos.
Pelos sonhos, nós lutamos.
Mas na vida, só perdemos.
Um passado, nós criámos.
Um futuro, nós matámos.
Ao que sofre, nós sorrimos.
E pelo que dita, nós morremos!
Chorus: mas porque é que, nós não somos mais!? (algo, neste, mundo!)
mas porque é que, são todos iguais!? (sê, tu mesmo, único!)
e todos juntos, nós ficámos... (nada!)
e todos juntos, nós chorámos...(ahhh!)
Nas memórias, nós eternos.
Num silêncio, os segredos.
Por um ódio, perdoamos.
Mas por desejo, no fundo rastejámos!
Rasga o grito, nós vingámos! (Rasgou!)
Quebra o rosto, isolados! (Quebrou!)
Em nós mesmos, nós curámos! (Aqui dentro!)
E neste dia, juntos, nós não voltámos! (Ao inferno!)
Chorus: ...
Somos muito mais! Somos muito mais! Somos muito mais! Somos! Nada! (2x)
Chorus: mas porque é que, nós não somos mais!? (nada, neste, mundo!)
mas porque é que, são todos iguais!? (sê, tu mesmo, único!)
e todos juntos, nós ficámos... (nada!)
e todos juntos, nós chorámos...(ahhh!)
Verse:
Agora penso em mudar... agora penso em sorrir...
Agora tenho um desejo... que é esta merda a fluir!
AGORA!
Vou em frente, o que queres? Não olho para trás!
Pediste amor, pediste um sonho, aih tanta falta que faz!
Diz que me amas meu bem... diz que me odeias também...
Tira essa roupa, que vergonha! Achas que tu és alguém?
Agora dá a volta, pó' caralho, deixa me em paz!
Faz me um filho?! Minha vaca! É só para o que tu dás!
Dou voz a minha raiva pura, e dura, puta, não sais?
Então dedico-te esta música, que no fundo cais!
QUERES MAIS?!
Chorus:
Comigo, páras! Já só tens que escutar!
(Pois se abres essa boca suja, eu!) Vou-te calar!
A amizade, de mim nunca vais ter!
(Porque se tentas chegar, eu vou-te!) Fazer sofrer!
Verse:
Agora quero lutar... agora quero sentir...
Agora solto o meu grito... EU QUERO É MAS É CURTIR!
E AGORA!
Ficas em silêncio, querias o meu perdão?
Pois bem podes tar a morrer, que eu nao te vou dar a
mão!
Agora penso em ti... agora canto por ti...
Faz me um bico, cobarde! Por tudo o que já perdi!
Agora enterro e insulto, a tua falsa paixão!
Se te voltar a ver, vomito, e digo: Foda-se! Oh não!
Só mais um verso, eu prometo, vá, diz me o que foi?!
Para eu poder te magoar, onde isso mais te doi!
QUERES DOR?!
Chorus:
...
E AGORA!
Apago, tudo! Vou te sempre odiar!
(Tuas promessas, mentiras, eu vou!) Nunca perdoar!
Rasgo memórias,que nunca vou querer!
(Pois vejo em ti só um desejo, que é!) Mandar-te foder!
Verse:
Agora queres voltar... agora queres falar...
Agora insistes que eu estou disposto a te aturar.
E agora levas, sou mau! E agora chamas me cão!
Agora não me chateies! cala-te! shh, vá, então?!
Reparando, em tudo que a rodeia, e ponderando a escolha por ela feita, com o pulso aberto e uma faca na mão, recorda a vida e como foi uma prisão. Vai procurando uma resposta e uma razão, vai delirando e não tem a explicação, de como pode uma rapariga normal, f* a vida, sem sequer um sinal! Seguindo o sonho de uma pessoa tão ténue, e recusando o conselho das amigas, foi seduzida por um paspalho qualquer, que prometeu-lhe uma vida sem problemas. Com tanto amor não tardaram em casar, criar um filho, mal podia esperar, sentindo que estava a seguir o coração, estava perdida, e mal sabia a situação. Passado uns dias, estava tudo tão bem, mas a atitude dele, estava a estranhar, pela primeira vez bateu-lhe e foi ao chão, aos olhos dela está tudo a desmoronar. Dizendo-lhe que não a queria ferir, prometeu-lhe não o voltar a repetir, pediu desculpa, deu-lhe um beijo, foi sem querer, o perdoou, e tentou depois esquecer. Engravidando, pensava em melhorar, era real como um dia sem a pisar, um olho negro, osso partido, e um arranhão, mesmo com o filho, não tirando a visão. Queria mudar agora o que aconteceu, tentou tanto voltar atrás mas já não deu, arrependida, queria a palavra amiga, mas já não sai de casa, está proibida. Enquanto o último pensamento está com o filho, agoniada sente-se a desvanecer, estranhamente vê a luz no seu caminho, ensanguentada, acaba de morrer.
Chorus: Sente esta dor, sente o sabor,
Tão amargo, e chamas isto amor.
Compreensão, dá-lhe a mão,
Só quer ajuda, não lhe digas que não.
É pena é triste mas está a aumentar, esta violência não há meio de parar, e são tantos os que não se ouve falar, apoiam mudos, que isto tem de mudar. Sente o frio, no vazio e a vergonha, que eu já estou farto de ver esta merda toda, não vás abaixo, reza só em tua fé, pois ‘tão que caia o mundo, tu ficas em pé. Esse remorso que possuis em água turva, num lago sujo e cru, e não é culpa tua, soltando um grito abafado pelo tempo, que já perdeste, ecoando o sofrimento. Tenta por fim encontrar a paz interior, agarra o sonho, luta, sente este amor! Inspira o rumo decisivo em que tu vais, grita com força! “Eu não quero mais!”
Chorus: A frustração, da situação,
Que só as trevas, te dão a direcção.
No teu olhar, vejo um chorar,
De uma pessoa, que não tem mais para dar.
Somente tens que numa coisa acreditar, é uma ferida, que depois tem que sarar, pois a mentira conforta-te a vontade, já a verdade a sentes na tua face. Mesmo que a vida seja só um simples rio, que tal tentar reaver o tempo perdido, a partir de hoje o inicio é o fim, e por favor, promete, não desistas em mim...
Eu vou sonhar, tu vais sorrir! Eu vou cantar, e tu vais me ouvir!
Eu vou ficar, por ti lutar! Se tu caíres, eu vou te agarrar!
No teu olhar, vejo um chorar… deixa o mundo te voltar a amar...
Verse:
Vida, eu peço e recebo esta luz que me ilumina,
Combate o silêncio, que destrói a minha alma,
Pois tenho um passado, que arde por dentro,
Queimando a saudade, e inflamando o sofrimento.
Afasto este vento, duma dor que em mim perece,
Soprando, e arrastando o ar que desaparece,
È tudo o que eu tenho, é tudo o que eu vejo,
As trevas me abraçam, me mata o seu beijo.
Pre-Chorus:
Respiro ( sufoco! ), no remorso ( me afogo! ),
Não me encontro, vou caindo, limitado ( me liberto! ),
Eu penso ( eu grito! ), isolado ( eu existo! ),
Não te quero jamais ver ( nunca! ), vai-te ( foder! )
Chorus:
O céu cai, o chão foge,
Peço ao cego, que não me olhe.
Teu mar, meu destino,
Navego à deriva, tão sozinho.
Quero mais, quero tudo,
Sinto este alívio, o meu orgulho.
Teu fado, meu livro,
Apago agora em mim, o teu capítulo.
Verse:
Nada, me importa, agora, forneço a chama,
Que aquece e acende, a esperança que acaba,
Não há que ter medo, a vida é um momento,
Agarro este som, canto só o pensamento.
Liberto a raiva, liberto a fúria!
Transformo o meu rosto, exprimo a vitória!
Já não me afectas, coração rasgado!
Me vingo nas trevas, insulto o teu beijo!
Porquê tu pedes mais? Não vês que só tu cais!
Larga a minha mão. E canta esta canção!
É isto que tu queres? Mais um para tu foderes!
Pega a minha mão. E ouve esta canção!
Cais, és tu? Quem és? Os anjos, o medo, a meus pés.
Verse:
Calado, procuro nas nuvens o meu encanto, pois dizem que elas moldam o que estamos pensando, rostos e sonhos, formam o que eu já perdi, rasga o trovão, por tudo o que eu já vivi. É raiva o sentimento que não consigo apagar, passa mais um dia que nem a Deus vou perdoar. Atinge me esse raio, vá! Dá me o teu melhor! Acaba esta merda! Acaba com a minha dor! Ficas em silêncio, e queres que rezem por ti... Pois eu choro bem alto! E nunca nada de ti vi! As nuvens condensam, negras, fazem escurecer... vejo com indiferença, a ínfima luz a morrer. Corta o vento, o frio, esta crueldade, levando com ele o que sobrou de uma amizade, despojos de um homem que nunca soube aprender, castigos na vida de quem do mal tirou prazer. Sorriu quando deixo vir a mim todos os ódios, cedi o coração, aos meus, próprios demónios. Liberto a minha alma que contigo envenenei. O som da tempestade - meu hino! Eu ganhei! Desisto da ideia de algo me ajudar, lutava pelo bem e estava já a sufocar! É esta a recompensa da minha dedicação? Escalar um abismo, e superar a depressão?!
(É doentio!)
Chorus:
O que sou, não fui, serei? mais alguém? estou aqui.
Pois o que dou, faltou, procurei, mais ninguém, só em mim.
Verse:
Estou agarrado, desejo de ver, a mim, tudo arrancado, as mágoas e a ilusão de ter isto acabado. Respiro o ar que se envolve no pecado, rasgo o teu nome puxando o arame farpado! Negando sem custos, a desilusão dos meus porquês! Negando os sustos, e nunca mais um só talvez! Cuspindo sobre a raiva que um só sorriso fez! Lambendo com nojo, as lágrimas dos teus não sei's! É força que resta, de um sentimento que explode, e é esta mesma falha que me eleva ou me fode! Vou improvisando as atitudes sem medida. Não tenho destino, que não seja mais que uma vida! Loucura me ama, sou a razão dela existir... esta não me engana, e nem sequer pensa em fugir! No que um dia fui fraco, agora acendo uns olhares. Fodo o teu mundo! Se um dia aqui voltares! É substantivo o nome com que vou ficar. Mas é ofensivo, o nome que eu te vou dar! Palavras de um dia, alívio de um coração. De mim apagar-te, já nem sequer é opção! Tal como uma gota que segue nunca um sentido, é fácil parar, excepto o meu raro instinto. Por uma alegria tentavas tu me humilhar, por uma tristeza, tentavas tu te aproveitar! (Eu não permito!) Perdia o sentido, e escondo mais do que omito. Chuva, me guia, me dá de novo o teu auxílio. Trovões partem o céu, nuvens fazem de véu, o vento emana a fúria. Meu momento! Este sou eu!
Chorus:
…
O que sobrou, ruiu, mudou, para quem? me perdi.
O amor falhou, sumiu, curei, direi? é o fim.
Verse:
Porquê… Poder… Farto…
Teme a minha ira, pois não aguento mais, cai graça divina, mas porque é que tu não vais!
Sinto! Cresço! Bebo! Malho! Peco! Grito! Vai pó’ caralho!
Chorus:
O que sou, não fui, serei? mais alguém? estou aqui. (O tempo pára assim!)
Pois o que dou, faltou, procurei, mais ninguém, só em mim. (O tempo mata assim!)
O que sobrou, ruiu, mudou, para quem? me perdi. (O tempo vai parar!)
O amor falhou, sumiu, curei, direi? é o fim. (O tempo vai curar!!)
- Hmm.. ok.. é verdade.. és especial (gorda e feia claro que é…) E quando penso ti (aih que ela disse que me ia matar!!!) ah ah.. sai me algo mais ou menos assim:
Agora tenho um mundo, agora tenho o perdão,
Agora subo ao palco, e vou gritando a canção!
Agora!!
Tenho só um tempo, resta uma paixão!
Tu não existes nesta vida, nem no meu coração!
Achas que por estar tão bem, levas de mim a melhor!?
Então toma lá este hello: vai pó caralho amor!
Não sinto, mais falta, meu deus és, tão porca!
A única coisa que sabes, é abrir toda essa (hey!) BOCA!
Disseste o que? Parabéns? ok, vai a merda tu!
Pois a marca que deixaste, essa já saiu pelo cu!
- O que um dia foste, esqueço, e o que hoje és, eu deixo (Sofrer!)
Rasgando as fotos, já não sei chorar.
Teu nome insultando, já só sei gritar.
( Desaparece de vista sua...) Vou sempre lutar!
( Tou contente e nunca...) Vou te relembrar!
AGORA!!
Merda que é, que sou, a merda que tu, merda que és!
Estás tão arrependida e és esta merda que vês!
E então minha, filha, (VACA!), querida, sai me daqui.
Antes que o bico desta bota já só pare em ti.
Perguntas, se quero? Pergunto, queres vê la?
"Porque é que, não voltas?", ãããããhhhh, sofri amnésia!
E eu olho, eu cago, nem finjo, que ouço.
Na cara, eu cuspo,*(som de cuspo)*, já me metes nojo!
- O que um dia foste, esqueço, e o que hoje és, eu deixo (Morrer!)
Rasgando as fotos, já não sei chorar.
Teu nome insultando, já só sei gritar.
(Desaparece de vista sua...) Vou sempre lutar!
(Tou contente e nunca...) Vou te relembrar!
E todos os dias, digo estou aqui!
E nunca um dia, estarei perto de ti!
(O orgulho me envolve e liberta...) Agora sorri!
(Encontrei a esperança) E agora é o fim!
Agora!(nah...) \\várias vezes
Agora!(NASSA!!) \\várias vezes
- O que um dia foste, esqueço, e o que hoje és, eu mando (Foder!)
Rasgando as fotos, já não sei chorar.
Teu nome insultando, já só sei gritar.
(Desaparece de vista sua...) Vou sempre lutar!
(Tou contente e nunca...) Vou te relembrar!
E todos os dias, digo estou aqui!
E nunca um dia, estarei perto de ti!
(O orgulho me envolve e liberta...) Agora sorri!
(Encontrei a esperança) E agora é o fim!
Zé - Aííííí
Paulo - Cabra!
Zé - Não sejas mal educado vá...
Paulo - Agora já gostas não é.. vaca..
Zé – (*blurp*) Lonas!
Paulo - Fala agora Sara, anda!
Zé – Hey que nojo (*cuspo*)
Paulo - Sua P...!
Zé! – Hey, Shh, vá, então?!
Saudades... Tu foges... Não quero... Estás longe...
Eu penso... Eu lembro... Eu choro... Me rendo!
Contando o tempo, que eu tento agarrar. Escurece o mundo, e não te posso olhar.
Ouço o silêncio, que te faz entoar. Procuro nas fotos, te poder abraçar.
Dá-me a luz, dá-me o teu perdão. Te encontro nas rimas, ‘tás na minha canção.
Olha o céu, pergunto, estás aí? Nas memórias eu grito, volta para mim!
Refrão:
Não quero estar só, sentindo esta dor.
Vou pensando em ti, me estás a ouvir?
Eu quero voltar, sorrir e sonhar.
Contigo vivi, porque tem um fim?
Imaginando, o que não posso ter. Tua beleza, não consigo esquecer.
Pergunto ao vento, o que posso mudar. Sublime, sopra: tens de aceitar.
Porquê assim? Porque dizem que não? Me negam a esperança; és a minha paixão!
Fico perto, és somente a razão, da minha vida, da minha inspiração!
Refrão
Perdido... Te sinto... Eu quero... Tão perto...
Não penso... Não lembro... Sorriu... Pois vou respirando, e vou te sempre amar!
Oh, eu vou-te salvar! Oh, eu vou-te buscar! Oh, eu vou-te beijar! E eu...
Refrão:
Não quero estar só, sentindo esta dor.
Vou pensando em ti, me estás a ouvir?
Eu quero voltar, sorrir e sonhar.
Contigo vivi, porque tem um fim? E eu...
Não estou mais só! Não sinto mais dor!
Só penso em ti! Tu estás me a ouvir!
E eu vou voltar, sorrir e sonhar!
Contigo viver! Isto não é o fim!
Agora penso em mudar... agora penso em sorrir...
Agora tenho um desejo... que é esta merda a fluir!
AGORA!
Vou em frente, o que queres? Não olho para trás!
Pediste amor, pediste um sonho, aih tanta falta que faz!
Diz que me amas meu bem... diz que me odeias também...
Tira essa roupa, que vergonha! Achas que tu és alguém?
Agora dá a volta, pó' caralho, deixa me em paz!
Faz me um filho?! Minha vaca! É só para o que tu dás!
Dou voz a minha raiva pura, e dura, puta, não sais?
Então dedico-te esta música, que no fundo cais!
QUERES MAIS?!
Chorus:
Comigo, páras! Já só tens que escutar!
(Pois se abres essa boca suja, eu!) Vou-te calar!
A amizade, de mim nunca vais ter!
(Porque se tentas chegar, eu vou-te!) Fazer sofrer!
Agora quero lutar... agora quero sentir...
Agora solto o meu grito... EU QUERO É MAS É CURTIR!
E AGORA!
Ficas em silêncio, querias o meu perdão?
Pois bem podes tar a morrer, que eu nao te vou dar a mão!
Agora penso em ti... agora canto por ti...
Faz me um bico, cobarde! Por tudo o que já perdi!
Agora enterro e insulto, a tua falsa paixão!
Se te voltar a ver, vomito, e digo: Foda-se! Oh não!
Só mais um verso, eu prometo, vá, diz me o que foi?!
Para eu poder te magoar, onde isso mais te doi!
QUERES DOR?!
Chorus:
...
E AGORA!
Apago, tudo! Vou te sempre odiar!
(Tuas promessas, mentiras, eu vou!) Nunca perdoar!
Rasgo memórias,que nunca vou querer!
(Pois vejo em ti só um desejo, que é!) Mandar-te foder!
Agora queres voltar... agora queres falar...
Agora insistes que eu estou disposto a te aturar.
E agora levas, sou mau! E agora chamas me cão!
Agora não me chateies! cala-te! shh, vá, então?!